Página escondida
Quem foi Quíron
O nome da empresa vem de um centauro que ensinou heróis e ficou na montanha quando eles partiram.
Na mitologia grega, Quíron é um centauro, metade cavalo e metade homem, criado à parte dos outros centauros. Apolo e Ártemis ensinaram-lhe medicina, música, adivinhação e tiro com arco, e ele passou o resto da vida a ensinar o que tinha aprendido.
Pela gruta dele passaram Aquiles, Jasão e Asclépio. Os três ficaram na memória do mundo pelo que fizeram depois de sair de lá. Quíron ficou na montanha, a receber o aluno seguinte.
É essa a parte do mito que interessa a uma empresa que forma pessoas: um mestre mede-se pelo que os outros passam a conseguir fazer sozinhos. O herói é sempre o cliente.
A pontaria vem do mesmo sítio. O arco que dá nome ao método deste site, com as suas quatro fases, descreve o gesto que Quíron ensinava: escolher o alvo, apontar, esticar a corda e continuar o movimento depois de largar a flecha.
Em português o nome escreve-se Quíron. A marca escreve-se quiron, em minúsculas e sem acento.
Esta página está fora da navegação. Chega-se aqui pelo painel dos alvos escondidos no site, ao quinto de doze, ou por acaso.
O prompt do mestre
Leve daqui um plano feito para si
Quíron não dava respostas aos alunos. Dava-lhes o que precisavam para as encontrarem sozinhos, e ficava na montanha.
Isto é o equivalente moderno. Copie o texto abaixo, cole-o no ChatGPT, no Claude, no Gemini, no Copilot, enfim, na ferramenta que usar mais. Recebe de volta um documento de uma página, pronto a imprimir, com o indicador que a IA teria de mover no seu caso e o caminho que lá chega. Sem formulário, sem email, sem contrapartida.
Vais produzir um documento de uma página, pronto a imprimir em PDF, para a minha organização. Lê as instruções todas antes de escreveres seja o que for: há uma secção que te pode obrigar a perguntar-me coisas antes de começares.
## Quem assina o documento
A quiron é uma empresa portuguesa de consultoria, implementação e formação em inteligência artificial. A frase que a define: «Capacitar pessoas e organizações para tirarem o máximo da inteligência artificial, através da inteligência natural.» A assinatura da marca: «Inteligência natural. Inteligência artificial.» O site: quironlabs.pt.
Trabalha por um método chamado Método Arco, com quatro fases:
1. ALVO — que indicador de negócio tem de mexer, escolhido e medido antes de se falar de ferramentas.
2. MIRA — onde a IA entra, e onde o trabalho se mantém humano.
3. TENSÃO — construir e formar com a equipa, dentro do trabalho real dela.
4. SEGUIMENTO — medir o indicador outra vez e deixar a organização a andar sozinha.
Tem dez programas, em três famílias.
Se tiveres acesso à internet, abre https://quironlabs.pt/ofertas antes de escreveres e usa o que lá estiver: essa página é a fonte de verdade, tem o detalhe de cada programa e pode ter mudado depois deste texto. A lista abaixo é a rede de segurança para quando não consegues abrir a página.
RUMO, para decidir onde a IA entra:
- Diagnóstico Alvo. Em duas a três semanas, os indicadores que a IA tem de mover ficam escolhidos, medidos e validados pela administração.
- Conselho. Um ciclo trimestral para quem decide, com critério próprio para ler propostas de IA e escolher onde investir.
- Preparar a organização para o EU AI Act. Um dia para classificar os sistemas de IA em uso, identificar o que tem de cessar de imediato e sair com um plano de noventa dias.
CAPACIDADE, para aumentar o que a organização consegue fazer:
- Agent-a-thon. Meio dia, e cada equipa sai com um agente que construiu para um problema real do seu trabalho.
- Código com agentes. Cinco sessões num repositório real, no fim das quais a equipa tem os seus próprios agentes especialistas e as regras sobre o que fica com as pessoas.
- Função a função. Quatro a seis semanas para redesenhar o trabalho de uma equipa, com a equipa, e deixá-la a operar o processo novo sem apoio externo.
- Agentes à medida. Agentes construídos para um problema concreto, entregues em produção e mantidos depois pela equipa interna.
CUSTO, para reduzir o que lhe custa fazê-lo:
- Ninguém fica para trás. Um dia para toda a organização, sem licenças pagas, com três tarefas reais de cada participante já resolvidas no fim da sessão.
- Duas horas por dia. E depois? Um dia para automatizar rotinas com o Copilot que já tem, e decidir a que trabalho de maior valor vai afetar o tempo recuperado.
- Economia de tokens. Saber onde os tokens são gastos, com relatórios que a organização consegue ler sozinha, e reduzir o consumo mantendo o uso.
## O que eu te dou
Se eu tiver colado uma descrição da minha organização a seguir a este texto, usa-a e avança.
Se não tiver, pára aqui. Não produzas o documento e não inventes uma organização de exemplo para me mostrar como ficaria. Faz-me estas quatro perguntas de uma só vez, numa lista curta, e espera pela minha resposta:
1. Em que setor trabalha a sua organização, e o que é que ela faz?
2. Quantas pessoas são, e que equipa seria a primeira a mexer?
3. O que já experimentaram com inteligência artificial, e o que correu bem ou mal?
4. O que gostaria que estivesse diferente daqui a seis meses, e como saberia que mudou?
Se a minha resposta ficar vaga, tens direito a uma única ronda de seguimento, com três perguntas no máximo. Depois disso produz o documento com o que tiveres.
## O que tens de produzir
Um ficheiro HTML único e autossuficiente, desenhado para A4 vertical, que eu possa abrir no browser e imprimir para PDF. Uma página só. Por esta ordem, com o orçamento de palavras indicado, que existe para tudo caber:
1. Cabeçalho. A palavra «quiron» em minúsculas, e por baixo, em letra pequena, a assinatura da marca.
2. «O que percebi». Três frases curtas que me devolvem a minha própria situação, com os números que eu te dei. Quarenta palavras no total. Se eu não te dei números, não inventes nenhum.
3. «O primeiro indicador». Uma caixa com o indicador de negócio que a IA teria de mover no meu caso, em destaque, e por baixo duas linhas sobre como se mediria hoje. Cinquenta e cinco palavras no total.
4. «O caminho». Três dos dez programas, escolhidos para mim e postos por ordem, um por família sempre que fizer sentido. Apresenta-os em três caixas lado a lado, numeradas 1, 2 e 3. Em cada caixa: o nome da família em sobretítulo, o nome exato do programa, uma linha a dizer porque é esse e não outro no meu caso, e uma linha a dizer o que fica em mãos. Vinte palavras no máximo por linha.
5. «As quatro fases, aplicadas». O desenho do arco, tal como te é dado mais abaixo, a toda a largura. Por baixo dele, quatro linhas, uma por fase, cada uma escrita já sobre o meu caso e com dezasseis palavras no máximo.
6. «No fim, a organização consegue». Três frases, cada uma a começar por um verbo e com catorze palavras no máximo, cada uma precedida da marca-alvo que te é dada mais abaixo.
7. Rodapé. quironlabs.pt à esquerda e hello@quironlabs.pt à direita, separados do corpo por um filete.
## Como tem de parecer
- Um único ficheiro. Todo o CSS numa <style> dentro do <head>. O ficheiro não pode fazer um único pedido à internet: sem <link> para tipos de letra, sem @import, sem imagens externas, sem CDN. Um <link> para o Google Fonts chega para o endereço sair impresso no topo da página em alguns programas, e o documento fica estragado.
- Tipos de letra nativos, exatamente estas duas famílias:
- Títulos, nomes de programa e a palavra «quiron»: Georgia, "Times New Roman", serif, peso 600.
- Todo o resto: system-ui, -apple-system, "Segoe UI", Roboto, "Helvetica Neue", Arial, sans-serif.
- Os sobretítulos de secção são esse sans em maiúsculas, peso 600, 8.5pt, com letter-spacing de 0.12em e a cor dos títulos.
- Cores, e mais nenhumas: fundo #FBFBFC, texto #3E4954, títulos #152331, filetes #E4E8EB, interior das caixas #FFFFFF, acento #058F9E. O acento aparece nos três desenhos autorizados e, no texto, no máximo duas vezes.
- @page { size: A4; margin: 0 }. Um elemento .page com width: 210mm, min-height: 297mm, padding de 16mm, e display: flex; flex-direction: column.
- É min-height e nunca height. Não ponhas width nem height no html nem no body, e não ponhas overflow: hidden em nada que contenha texto. Uma caixa de altura fixa com o transbordo escondido corta o documento sem avisar, e eu nem fico a saber o que perdi.
- Os anéis são a única exceção: mete-os dentro de um <div> próprio com position: absolute, inset: 0, overflow: hidden e z-index: 0, para sangrarem sem empurrar nada.
- O rodapé é o último filho do .page e sobe com margin-top: auto. Nunca position: absolute: um rodapé absoluto acaba impresso por cima do texto quando o conteúdo cresce.
- As três caixas dos programas ficam numa grelha de colunas iguais: display: grid; grid-template-columns: repeat(3, 1fr); gap: 4mm. Nunca larguras fixas em milímetros, que é o que corta a terceira caixa a meio.
- As quatro linhas das fases são uma lista vertical, uma por linha, com o nome da fase à frente. Nunca quatro colunas: não cabem e o texto acaba por cima da secção seguinte.
- Põe page-break-inside: avoid em cada caixa e no bloco do arco.
- Se, feitas as contas, ainda não couber tudo, corta palavras nas descrições. Se mesmo assim não couber, deixa passar para uma segunda página: uma segunda página limpa é melhor do que uma primeira com o texto cortado.
- Acrescenta @media print { html, body { print-color-adjust: exact; -webkit-print-color-adjust: exact; } }, senão o teal e os anéis desaparecem na impressão.
- Caixas: interior #FFFFFF, border de 1px a #E4E8EB, border-radius de 8px, padding de 5mm. Sem sombra, sem fundo colorido, sem riscas alternadas.
- Texto a 10pt com entrelinha de 1.5. Sobretítulos a 8.5pt. A palavra «quiron» a 26pt. Nomes de programa a 12pt.
- Entre secções, 6mm e um filete de 1px quando fizer falta separar.
## Os três desenhos
São os únicos elementos gráficos autorizados. Copia os SVG tal como estão, sem lhes mudar as coordenadas.
1. Os anéis da marca, a sangrar pelo canto superior direito da página, por trás do cabeçalho, com position: absolute e z-index 0:
<svg viewBox="0 0 260 260" style="position:absolute;top:0;right:0;width:70mm;height:70mm;z-index:0" aria-hidden="true"><circle cx="260" cy="0" r="60" fill="none" stroke="#058F9E" stroke-width="1" opacity="0.14"/><circle cx="260" cy="0" r="105" fill="none" stroke="#058F9E" stroke-width="1" opacity="0.11"/><circle cx="260" cy="0" r="150" fill="none" stroke="#058F9E" stroke-width="1" opacity="0.09"/><circle cx="260" cy="0" r="195" fill="none" stroke="#058F9E" stroke-width="1" opacity="0.07"/></svg>
2. O arco das quatro fases. Esta é a geometria verdadeira do método: o apogeu não está ao centro, os pontos não estão igualmente espaçados, e a curva sai do enquadramento depois da quarta fase porque Seguimento não é o fim da linha. Não a endireites, não a centres, não acrescentes uma quinta fase:
<svg viewBox="0 -30 1120 330" style="width:100%;height:auto" aria-hidden="true"><path d="M 40 232 C 214 96, 386 28, 560 28 C 734 28, 900 92, 1006 168 C 1072 215, 1128 268, 1168 316" fill="none" stroke="#E4E8EB" stroke-width="3" stroke-linecap="round"/><g fill="#FBFBFC" stroke="#058F9E" stroke-width="7"><circle cx="40" cy="232" r="11"/><circle cx="362" cy="57" r="11"/><circle cx="713" cy="44" r="11"/><circle cx="1006" cy="168" r="11"/></g><g fill="#152331" font-family="Georgia, serif" font-size="24" letter-spacing="2"><text x="40" y="266" text-anchor="start">ALVO</text><text x="362" y="30" text-anchor="middle">MIRA</text><text x="713" y="17" text-anchor="middle">TENSÃO</text><text x="1006" y="202" text-anchor="end">SEGUIMENTO</text></g></svg>
3. A marca-alvo, usada como marcador antes de cada frase da última secção, com 10px e 2mm de afastamento do texto:
<svg viewBox="0 0 84 84" width="10" height="10" aria-hidden="true"><circle cx="42" cy="42" r="34" fill="none" stroke="#152331" stroke-width="14"/><circle cx="42" cy="42" r="12" fill="#058F9E"/></svg>
Não acrescentes mais nenhum desenho. Sem ícones de bibliotecas, sem setas desenhadas à parte, sem barras de progresso, sem gráficos de números que eu não te dei.
## Regras que não podes quebrar
- Usa apenas os dez programas da lista acima. Não inventes outros e não mudes os nomes.
- O que escreveres na linha do «fica em mãos» tem de sair da página do programa ou da promessa que te dei. Se não souberes, reescreve a promessa por outras palavras e pára aí. Não batizes entregáveis que não existem.
- Não escrevas preços. Nenhum. Se o documento precisar de falar de investimento, remete para quironlabs.pt/ofertas.
- Nunca escrevas que a quiron é certificada pela DGERT ou por qualquer outra entidade. Não é.
- Não prometas resultados quantificados que eu não te tenha dado. Nada de «reduz 40% dos custos».
- Sem emojis, sem gradientes, sem sombras, sem imagens de stock.
- Não construas frases sobre uma negação. Nada de «não é uma ferramenta, é um método». Diz o que a coisa é.
- Português de Portugal, e trata-me por «a sua organização» e não por tu.
## Antes de me mostrares
Percorre esta lista e corrige o que falhar:
- O ficheiro não faz nenhum pedido à internet. Não há <link>, não há @import, não há src para fora.
- Não há height fixo nem overflow: hidden à volta de texto, em lado nenhum. O .page usa min-height.
- O rodapé usa margin-top: auto e não position: absolute.
- Nada está cortado à direita. A terceira caixa dos programas aparece inteira.
- Os três desenhos estão lá, com as coordenadas que te dei.
- Não há preços, não há percentagens que eu não tenha dado, não há certificações.
Quando estiver pronto, mostra-me o ficheiro e diz-me numa linha o que mudarias se eu te desse mais informação.